Nota de Falecimento Juarez Machado

Eleições 2026 Joinville fez 2 federais e 3 estaduais
Eleições 2026 Joinville
Joinville fez 2 dep. federais e 3 estaduais. As eleições gerais de 2026 ocorreram em 4 de outubro de 2026 (1º turno). Santa Catarina elegeu 16 deputados federais e 40 estaduais. O critério utilizado é domicílio eleitoral na cidade, residência/base eleitoral forte ou naturalidade.
Deputados federais eleitos ligados a Joinville
Sargento Lima (PL): eleito com 128.333 votos. Tem forte vínculo com a cidade (serviu no Exército e na PM em Joinville, foi candidato a prefeito em 2024, tem imóvel declarado na cidade e base eleitoral no Norte catarinense). Está na lista de candidatos com domicílio eleitoral em Joinville.
Zé Trovão (PL): reeleito com 89.830 votos. Reside e tem base principal em Joinville (maior votação individual no município: 20.115 votos); campanha centrada na cidade.
Deputados estaduais eleitos ligados a Joinville
Fernando Krelling (MDB): reeleito com 70.506 votos (3º mandato consecutivo). Natural de Joinville, ex-vereador e ex-secretário de Esportes da cidade; maior votação no município (40.035 votos). Explicitamente tratado como parlamentar de Joinville.
Wilian Tonezi (PL): eleito com 42.342 votos (1º mandato na Alesc). Ex-vereador de Joinville (domicílio e residência no bairro Costa e Silva); reportagens locais o chamam de “o novo deputado estadual por Joinville”. Maior votação no município (35.485 votos).
Maurício Peixer (PL): eleito com 44.158 votos. Tem longa trajetória em Joinville (vários mandatos de vereador, ex-presidente da Câmara); está na lista de candidatos com domicílio eleitoral na cidade.
Outros eleitos podem ter votos altos em Joinville ou alguma ligação, mas as fontes locais destacam especialmente esses três como representantes da cidade. A lista completa de candidatos com domicílio eleitoral em Joinville (publicada antes da eleição) incluía dezenas de nomes para ambos os cargos; apenas os acima foram confirmados eleitos com vínculo claro.
Os mandatos começam em 1º de fevereiro de 2027. Resultados oficiais são do TSE (totalização concluída na noite de 4/10/2026).
AJL lança “Saudade em Prosa e Versos”
Academia Joinvilense de Letras lança “Saudade em Prosa e Versos” na semana do Dia Mundial do Escritor
A Academia Joinvilense de Letras (AJL) lança, no dia 17 de outubro (sábado), às 10h, no Instituto Internacional Juarez Machado, a coletânea Saudade em Prosa e Versos, mais uma edição da Série Ensaio. Publicada pela Manuscritos Editora, a obra chega ao público na semana em que se comemora o Dia Mundial do Escritor, em 13 de outubro, e reúne textos de ficção e não ficção produzidos por 21 acadêmicos.
A iniciativa da AJL tem como objetivo valorizar a literatura produzida em Joinville e aproximar a comunidade dos escritores da cidade e de suas obras. A coletânea será divulgada junto ao público em geral e também trabalhada com estudantes dos ensinos fundamental e médio de escolas públicas e privadas, contribuindo para estimular o interesse pela leitura e pela produção literária local.
Ao compartilharem inspirações intimamente ligadas às suas produções literárias, os acadêmicos também convidam os leitores a refletir sobre a saudade e as diferentes formas como esse sentimento se manifesta na memória, nas relações e nas experiências humanas.
Os textos são de autoria de Alessandro José Machado, Antônio Müller, Bernadete Schatz Costa, David Gonçalves, Deonísio da Silva, Else Sant’Anna Brum, Ernani Buchmann, Hilton Görresen, Laércio Beckhauser, Marcelo Harger, Marco Schettert, Mário Cezar da Silveira, Nielson Ribeiro Modro, Onévio Antonio Zabot, Reginaldo Jorge dos Santos, Rodrigo Bornhold, Simone Gehrke, Simone Nascimento, Sueli Brandão, Taiza Mara Rauen Moraes e Walter de Queiroz Guerreiro.
O livro traz prefácio do artista Wagner Kurouiwa, autor da obra que ilustra a capa. Ao abordar o tema da publicação, Wagner escreve: “há as que se deixam saciar pelo reencontro, pela memória ou pela esperança; há, todavia, as que nenhuma presença redime e que somente as lágrimas apaziguam”.
Serviço Lançamento “Saudade em Prosa e Verso”:
Data: 17 de outubro de 226
Horário: 10h
Onde: Instituto Internacional Juarez Machado
Endereço: Rua Lages, 994, América, Joinville
Lista com os Candidatos a Deputado Estadual Joinville SC
Joinville tem 21 candidatos a deputado estadual nas eleições de 2026. Confira a Lista com os Candidatos a Deputado Estadual Joinville SC. Vote por Joinville SC, escolha candidatos que representem sua cidade na Assembleia Legislativa de Santa Catarina.
O número de cadeiras a serem disputadas é definido por um cálculo previsto na Constituição que está diretamente relacionado à quantidade de deputados federais que o estado possui. No caso dos estados com até 12 deputados federais, a norma estabelece que o número de deputados estaduais deve ser o triplo da representação na Câmara dos Deputados, ou seja, 36 deputados estaduais. Para estados com mais de 12 deputados, ficam asseguradas as 36 vagas e a partir da 13ª cadeira federal adiciona-se 1 para 1.
No caso de Santa Catarina, o estado conta, atualmente, com 16 cadeiras na Câmara dos Deputados. Logo, além das 36 vagas obtida pela regra da triplicação são somadas mais 4 cadeiras no método 1 para 1, totalizando 40 vagas disponíveis para disputa dos candidatos a deputado estadual por Santa Catarina (SC).
A escolha para o cargo segue o sistema proporcional, em que são somados os votos de todos os candidatos a esta posição pelo partido ou federação, além dos votos direcionados diretamente à legenda, ou seja, quando o eleitor não escolhe um candidato específico, mas digita os dois números partidários.
De acordo com o número total de votos determina-se o quociente eleitoral, que define quantos deputados cada sigla ou federação irão eleger. Esse é o método utilizado para distribuir as cadeiras e é obtido por meio da divisão do número de votos válidos em cada estado pelo número de vagas em disputa. Se uma legenda não atinge o quociente, não elege representantes.
Lista com os Candidatos a Deputado Estadual Joinville SC
| Candidato | Partido | Nº | Idade | Profissão | Patrimônio declarado |
|---|---|---|---|---|---|
| Adilson Girardi | MDB | 15123 | 62 anos | Jornalista e servidor público municipal aposentado | R$ 689.453,79 |
| Anelísio Machado | PP | 11000 | 61 anos | Empresário | R$ 1.646.236,00 |
| Ana Lúcia Martins | PT | 13180 | 59 anos | Professora da rede pública | R$ 645.856,44 |
| Brandel Junior | Republicanos | 10010 | 51 anos | Empresário | R$ 2.425.870,80 |
| Carlos Castro | PDT | 12055 | 56 anos | Jornalista e radialista | R$ 175 mil |
| Diego Machado | PSD | 55100 | 39 anos | Administrador | R$ 567 mil |
| Eduardo Cesconetto | Republicanos | 10220 | 47 anos | Engenheiro eletricista e servidor público estadual | R$ 4.717.000,00 |
| Emily Pereira | União Brasil | 44047 | 36 anos | Policial militar, cabo | Não declarou bens |
| Fabi Venera | PL | 22357 | 47 anos | Empresária | R$ 2.758.657,46 |
| Fernando Krelling | MDB | 15655 | 44 anos | Empresário | R$ 5.607.152,03 |
| Gilberto Leal | Podemos | 20333 | 54 anos | Advogado | R$ 305.555,90 |
| Jô Marquez | PSOL | 50096 | 28 anos | Modelo e ativista | Não possui bens declarados |
| Larissa Stephanie | PCdoB | 65180 | 25 anos | Estudante | R$ 42.239,00 |
| Leo Lamera | Missão | 14444 | 29 anos | Empresário | R$ 68.146,00 |
| Matheus Cadorin | Novo | 30000 | 45 anos | Empresário e gestor | R$ 900 mil |
| Maurício Peixer | PL | 22122 | 68 anos | Político | R$ 1.400.664,03 |
| Mirna Rúbia | Cidadania | 23000 | 55 anos | Corretora | R$ 1.180.000,00 |
| Neto Petters | Novo | 30456 | 40 anos | Contador | R$ 533.300,60 |
| Rodolfo Ramos | PT | 13045 | 45 anos | Técnico ferramenteiro | R$ 431.190,00 |
| Wilian Tonezi | PL | 22001 | 43 anos | Engenheiro civil | R$ 967.239,66 |
| Yoli Ravazzi | Republicanos | 10028 | 48 anos | Ativista | Não declarado |
Lista com os Candidatos a Deputado Federal Joinville SC
Com 19 candidatos, sendo um em busca da reeleição, Joinville busca ter maior representação na Câmara de Deputados. Confira a lista com os Candidatos a Deputado Federal Joinville SC
Vote por Joinville SC, escolha candidatos que representem sua cidade na Câmara de Deputados.
Mais de 5,7 milhões de eleitores estão aptos a votar nos 231 candidatos a deputado federal por Santa Catarina (SC) nas eleições 2026. Ao todo, o estado elegerá 16 parlamentar que ocuparão uma cadeira na Câmara dos Deputados, em Brasília.
A quantidade de cadeiras a ser disputada é fixada por lei e leva como referência o tamanho da população do estado no último Censo dividido pela quantidade de cadeiras pela Câmara. O mínimo de vagas para o cargo de deputado federal é de 8 e o máximo é de 70. Santa Catarina tem 16 vagas.
A eleição para deputado federal é feita diferente de outras posições como presidente, governadores, prefeitos e senadores, cujo sistema aplicado é majoritário. Para o cargo de deputado federal, é utilizado o sistema proporcional, em que são somados os votos de todos os candidatos a esta posição pelo partido ou federação, além dos votos direcionados diretamente à legenda, ou seja, quando o eleitor não escolhe um candidato específico, mas digita os dois números partidários.
Dessa forma, cada partido ocupa um determinado número de vagas na Câmara de acordo com esse volume geral de votos. O quociente eleitoral é o que define quantos deputados cada sigla ou federação irão eleger. Se uma legenda não atinge o quociente, não elege representantes, mesmo que um candidato específico tenha obtido muitos votos.
Candidatos a Deputado Federal Joinville SC
| Candidato | Partido | Nº | Idade | Profissão | Patrimônio declarado |
|---|---|---|---|---|---|
| Anna Vargas | MISSÃO | 1407 | 39 | Publicitária | R$ 0,00 |
| Ascendino Batista | PSD | 5508 | 48 | Pastor evangélico / vereador | R$ 700.000,00 |
| Coronel Armando | PP | 1122 | 69 | Militar da reserva | R$ 481.457,00 |
| Derian Campos | UNIÃO | 4467 | 48 | Empresário | Não declarou bens |
| Barbara Kawall | CIDADANIA | 2323 | 39 | Médica | R$ 462.543,04 |
| Darci de Mattos | REPUBLICANOS | 1022 | 65 | Economista | R$ 2.575.616,91 |
| Érico Vinícius | NOVO | 3000 | 50 | Empresário | R$ 1.333.000,00 |
| Francisco de Assis | PT | 1304 | 63 | Empresário | R$ 2.583.930,00 |
| Guilherme Henrique | PRD | 2520 | 38 | Engenheiro | R$ 151.511,10 |
| Jéssica Michels | PSOL | 5080 | 35 | Fotógrafa / estudante de Direito | R$ 3.000,00 |
| Levi Rioschi | AVANTE | 7022 | 53 | Ocupante de cargo em comissão | R$ 68.000,00 |
| Larissa Kamers | MISSÃO | 1444 | 29 | Empresária | R$ 68.146,00 |
| Liliane da Frada | PODEMOS | 2007 | 54 | Vereadora | R$ 568.406,87 |
| Marcos Boettcher | MISSÃO | 1411 | 49 | Contador | R$ 28.000,00 |
| Rodrigo Coelho | MDB | 1540 | 46 | Advogado | R$ 1.945.123,06 |
| Sargento Lima | PL | 2212 | 54 | Policial militar da reserva | R$ 847.023,88 |
| Tânia Larson | UNIÃO | 4455 | 61 | Vereadora | R$ 555.902,00 |
| Vanessa da Rosa | PT | 1326 | 54 | Professora / vereadora | R$ 250.000,00 |
| Zé Trovão | PL | 2220 | 38 | Deputado federal | R$ 210.828,83 |
Fonte: TSE / DivulgaCandContas. Patrimônio e profissão/ocupação são informações declaradas pelos candidatos à Justiça Eleitoral e podem ser atualizadas durante o processo eleitoral.
50 anos do MAJ Museu de Arte de Joinville
Em setembro, o Museu de Arte de Joinville (MAJ) celebra 50 anos do MAJ, 50 anos de história, arte e uma exposição especial está sendo preparada para marcar a data. Para que a exposição antiga seja desmontada e a nova preparada para a visitação, entre os dias 25 de agosto e 2 de setembro, o Museu estará fechado para o público.
O aniversário é celebrado em 3 de setembro e estão previstas atividades culturais e abertura de nova exposição neste dia. A programação do cinquentenário parte do próprio acervo, formado por mais de mil obras e pelas relações construídas pelo museu com artistas e instituições ao longo das últimas cinco décadas.
“A nova exposição terá um olhar histórico sobre as relações que o MAJ construiu ao longo desses 50 anos. Isso envolve desde as primeiras doações e transferências de obras até os intercâmbios, as parcerias com artistas e as ações de preservação, pesquisa e difusão realizadas pelo museu. O acervo conta não apenas a trajetória das obras, mas também as conexões estabelecidas com a produção artística de Joinville e de Santa Catarina”, destaca a coordenadora do MAJ, Ângela Peyerl.
A exposição se estende pelo porão do MAJ, onde propõe um diálogo com artistas da Associação de Artistas Plásticos de Joinville (AAPLAJ), instituição que tem sua trajetória ligada à própria história do museu. A proposta é apresentar também quem produz arte em Joinville hoje, abrindo espaço para novos artistas e para a produção contemporânea da cidade.
50 anos do MAJ , 50 anos de arte
Antes de receber obras de arte, o prédio onde hoje funciona o Museu de Arte de Joinville (MAJ) já fazia parte da história de Joinville. Construído por volta de 1864 para abrigar Ottokar Doerffel e sua esposa Ida Günther, o casarão foi residência do imigrante alemão que também foi prefeito e fundador do primeiro jornal da cidade. O imóvel, com características da arquitetura colonial alemã, foi tombado como patrimônio histórico em 2001.
Criado em 15 de maio de 1973, o MAJ abriu as portas ao público em 3 de setembro de 1976. Ao longo dos anos, formou um acervo com obras de artistas de Joinville e de toda Santa Catarina, além de nomes nacionais como Lygia Clark, Aldemir Martins e Renina Katz.
A potência do MAJ também aparece nas grandes exposições que trouxe a Joinville. Em 1990, o museu recebeu, por empréstimo do Museu de Arte de São Paulo Assis Chateaubriand (MASP), os oito painéis da Série Bíblica, de Cândido Portinari. A mostra exigiu um esquema especial de segurança, com vigilância policial 24 horas por dia e o porão do casarão transformado em uma espécie de bunker. O mesmo cuidado foi necessário nas exposições de esculturas dos franceses Edgar Degas, em 1992, e Camille Claudel, em 2007.
O que o MAJ guarda
Entre as peças que ajudam a contar a trajetória do Museu de Arte de Joinville está “O Albergue”, do paranaense Luiz Carlos de Andrade Lima. A pintura a óleo sobre madeira foi adquirida pela Prefeitura de Joinville em 12 de agosto de 1969, por Cr$ 150 (cento e cinquenta cruzeiros), e é a primeira obra registrada no livro-tombo do museu, quatro anos antes de sua criação oficial.
Andrade Lima foi um artistas de muitos ofícios: pintor, professor e também poeta, além de outras mais. Em sua produção, manteve o olhar voltado para cenas e personagens do cotidiano.
Poucos anos depois, em 1976, outra obra importante chegaria ao recém-inaugurado museu. “Envolvente e envolvido”, de Lygia Clark, foi doada pelo crítico de arte Salvio de Oliveira durante uma audiência com o então prefeito Pedro Ivo Campos. A escultura, formada por alumínio, cobre e latão, pertence à produção de uma das artistas brasileiras mais importantes do século 20, conhecida por aproximar a arte da participação e da experiência sensorial.
Da primeira obra registrada no livro-tombo a uma peça de uma artista reconhecida internacionalmente, o acervo do MAJ foi construindo sua própria história, reunindo diferentes artistas, linguagens e caminhos.
Rotatória provisória Santos Dumont
População dos bairros de Joinville
Segundo estimativa do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), Joinville é a cidade mais populosa do estado de Santa Catarina, com mais de 604 mil habitantes. E qual é o bairro mais populoso de Joinville?
Joinville em números: População dos Bairros de Joinville
De acordo com estimativas do relatório Joinville em Dados, de 2021, o Aventureiro é a localidade com maior número de moradores, sendo 40.962. Em seguida, vem o Paranaguamirim (32.534), Costa e Silva (32.179) e Jardim Iririú (26.701).
Fonte: Joinville em Dados
| Aventureiro | 40962 |
| Paranaguamirim | 32534 |
| Costa e Silva | 32179 |
| Jardim Iririú | 26701 |
| Iririú | 26217 |
| Vila Nova | 25822 |
| Comasa | 22997 |
| Floresta | 21104 |
| Área Rural | 20566 |
| Jardim Paraíso | 19701 |
| Boa Vista | 19522 |
| Boehmerwald | 19036 |
| Itaum | 16762 |
| Fátima | 16463 |
| Petrópolis | 15686 |
| Saguaçu | 15355 |
| Nova Brasília | 15029 |
| João Costa | 14737 |
| Jarivatuba | 14452 |
| Bom Retiro | 13816 |
| Guanabara | 13319 |
| América | 13217 |
| Parque Guarani | 12476 |
| Glória | 12116 |
| Morro do Meio | 11527 |
| Ulysses Guimarães | 10987 |
| Adhemar Garcia | 10886 |
| Espinheiros | 9784 |
| Anita Garibaldi | 9572 |
| Santo Antônio | 7693 |
| Itinga | 7464 |
| Rio Bonito | 7317 |
| Santa Catarina | 7107 |
| Bucarein | 6367 |
| Atiradores | 5868 |
| Centro | 5821 |
| Profipo | 5185 |
| Jardim Sofia | 4953 |
| Pirabeiraba | 4869 |
| Zona Industrial Norte | 3592 |
| São Marcos | 3108 |
| Vila Cubatão | 1165 |
| Dona Francisca | 619 |
| Zona Industrial Tupy | 54 |
DADOS GERAIS DE JOINVILLE
População: 616.317
Leitos de hospital
6.200
Aeroporto
01
Rodoviária
Pavilhão de Exposições
03
Restaurantes, bares e similares
893
Shoppings Centers
03
Faculdades/Universidades
13
Parque Fabril
1,3mil Indústrias
Comércios
11 mil
Hospitais
08
PIB per capita
R$ 52,7k
Acessos
BR101/SC301/SC413
Clima
Mesotérmico úmido
Temperatura
Média de 23 graus celsius
IDH
0,809
Foto Destaque:
we.art.br – População dos bairros de Joinville
Significado do nome dos bairros de Joinville
A cidade de Joinville está localizada no litoral norte do estado de Santa Catarina, na região Sul do país. Joinville é dividida em 2 distritos e 43 bairros. Os distritos Sede e Pirabeiraba abrangem áreas rurais e bairros, cujas áreas são exclusivamente urbanas. Conheça o significado do nome dos bairros de Joinville:
Significado do nome dos bairros de Joinville
ADHEMAR GARCIA: A região era parte dos bairros Jarivatuba e Fátima, cortada por trilhos por onde circulavam vagonetes, puxados a cavalo, que transportavam barro. Após a construção do Conjunto Habitacional Popular Adhemar Garcia, na década de 1980, a região foi separada dos bairros Jarivatuba e Fátima, e, em 1993, formou o bairro Adhemar Garcia, homenagem ao empresário Adhemar Garcia.
AMÉRICA: por causa da existência do América Futebol Clube, que em seus primórdios foi conhecido por Foot Ball Club Teotona, tendo data de fundação em 14 de julho de 1914.
ANITA GARIBALDI: A rua Anita Garibaldi, que empresta seu nome ao bairro criado em 5 de julho de 1977, foi, por muito tempo, conhecida como Kaiserstrasse (Estrada do Imperador). A origem do nome vem de uma homenagem à Anita Garibaldi, a “heroína de dois mundos”.
ATIRADORES: A instalação do 13º Batalhão de Caçadores do 5º Regimento de Infantaria, atual 62º Batalhão de Infantaria, bem como a existência da Sociedade Atiradora, na região do bairro, influenciaram na escolha do nome do bairro, criado em 5 de julho de 1977.
AVENTUREIRO: O funcionamento do Aventureiro Esporte Clube, desde 1º de dezembro de 1971, influenciou na origem do nome deste bairro, sendo cristalizado nos ditos das pessoas e, principalmente, dos adversários: “Vamos ao campo do Aventureiro”.
BOA VISTA: Em 1846 já existia a denominação de Boa Vista para a região e a origem do nome se deve a densa e bela floresta que possuía. Curiosidade: o morro da “Boa Vista” era conhecido por “Morro da Caxoeira”.
BOEHMERWALD: O bairro Boehmerwald tem como data de criação 11 de dezembro de 1995. De colonização germânica, esse bairro recebeu seu nome da antiga e conhecida rua Boehmerwald, que significa Vale Encantado ou Bosque Encantado.
BOM RETIRO: Dona Francisca ou Estrada da Serra (Serrastrasse) foi a primeira denominação deste bairro. Sua atual denominação surgiu em decorrência da fundação de um time de futebol conhecido pelo nome de Bom Retiro.
BUCAREIN: A região do porto do Rio Bucarein foi o local onde chegaram os membros da expedição pioneira que tinha como missão estruturar a nova Colônia para a chegada dos imigrantes europeus. O bairro deve seu nome a este rio e , principalmente, ao seu porto. O significado de Bucarein é nascente de água torta, pela hipótese de que seja derivado de “bú”, corruptela de “ibú” (nascente de água) e “caré” (torta), pois aí as águas do rio fazem uma curva brusca.
CENTRO: Como toda cidade, Joinville teve um ponto de partida para o seu desenvolvimento. Essa área, com passar do tempo, se torna o ponto central de qualquer cidade. Como nos informa o livro História dos Bairros de Joinville: “Era no centro da cidade que se tomavam as mais importantes decisões com relação a Joinville”. Eis, então, a origem do nome deste bairro, criado em 10 de setembro de 1979.
COSTA E SILVA: A empresa responsável pela infraestrutura do primeiro loteamento da região, inaugurado em 1969, emprestou seu nome ao bairro por algum tempo e era conhecido como Vila Comasa. Em 28 de março de 1969, recebeu a visita do então Presidente da República Marechal Arthur da Costa e Silva, e passou a ser denominado de Vila Costa e Silva. Posteriormente, em 1977, ganhou a denominação de bairro Costa e Silva. Curiosidade: neste bairro encontra-se a nascente do Rio Cachoeira.
COMASA: A origem do nome deste bairro deve-se à implantação do Conjunto Habitacional COMASA do Boa Vista em 1972, transformado em bairro em 18 de dezembro de 1997.
ESPINHEIROS: Criado em 18 de dezembro de 1997, o bairro Espinheiros deve o seu nome a uma planta conhecida como “Tarjuva, uma espécie grossa, com muitos espinhos e que proliferava na região”.
FÁTIMA: A região era conhecida como Itaum-guaçú e, a partir da doação de uma imagem da Senhora de Fátima a uma capela em construção, o bairro, assim como a capela, ficou conhecido como Fátima.
FLORESTA: Em 1943, foi fundado o time Floresta Futebol Clube, levando em seu uniforme a cor verde e branca, uma homenagem à densa mata que cobria a região.
GLÓRIA: O bairro Glória, assim como outros bairros de Joinville, tem a origem de seu nome intimamente relacionado a um time de futebol. A partir da fundação do time Glória Futebol Clube, a região ficou conhecida como bairro Glória.
GUANABARA: Etimologicamente, a palavra “Guanabara” vem de gua – enseada, una – semelhante e Bará” – mar. Portanto, a tradução do nome é “Enseada semelhante ao mar”. O nome do bairro, porém deve-se à fundação do “Guanabara Futebol Clube”, que emprestou seu nome para a principal via de acesso ao bairro, a rua Guanabara.
IRIRIÚ: A região era conhecida como “Guaxanduva”, em função de uma planta rica em fibras têxteis chamada guaxuma, que proliferava na região. Etimologicamente, iririu provém de riri irir – ostra e “u” – rio, ou seja, “rio da ostra”. O bairro deve seu nome ao Rio Iririú-mirim, que nasce perto do morro do Cubatão e deságua na Baía da Babitonga.
ITAUM: A região era conhecida como Bupeva, e sua existência remonta à época da Colônia Dona Francisca, pois nas cercanias das terras do Príncipe de Joinville já existiam famílias instaladas em sesmarias, sítios e fazendas. O nome Itaum vem de ita – una – pedra preta ou ferro, denominação do rio, afluente do Rio Cachoeira que corta a região e empresta o nome ao bairro.
ITINGA: O nome do bairro vem do guarani Ytinga, que significa água branca, devido a cor leitosa que muitos rios apresentam na região por conta da dissolução da argila branca ou caulin nas suas águas.
JARDIM IRIRIÚ: O nome provém de um loteamento implantado na região do bairro Iririú, na década de 1970, e que era denominado Loteamento Jardim Iririú I.
JARDIM PARAÍSO: Os loteamentos Jardim Paraíso I, II, III e IV, até 6 de abril de 1992, pertenciam ao município de São Francisco do Sul, sendo anexados a Joinville pela Lei Estadual nº 8.563. A origem do nome deriva-se da denominação dada pela imobiliária responsável pelos loteamentos.
JARDIM SOFIA: Criado oficialmente em 1990, o Jardim Sofia, que até então fazia parte da zona industrial, recebeu o nome em homenagem à Sophia Nass, esposa de Affonso Nass, proprietário de grande parte das terras que forma o bairro.
JARIVATUBA: O nome provém de Jarivá – palmeira, e Tuba – abundância. A região era coberta por uma árvore nativa, o jarivá, que, por sua altura, destacava-se nas florestas, dominando-as com sua copa altaneira.
JOÃO COSTA: O bairro, criado em 11 de dezembro de 1995, recebeu este nome como forma de homenagem à família Costa, proprietária de grande parte das terras do bairro, e que as doou para a construção de escola, igreja e cemitério na região.
MORRO DO MEIO: O bairro é assim denominado por estar situado numa região alta e plana, em relação ao nível dos Rios Lagoinha e Piraí, que o cercam e pelo fato do núcleo populacional original localizar-se em uma estrada, cujo fim se dá em um morro ladeado por outros dois.
NOVA BRASÍLIA: O primeiro loteamento da região, conhecido como “Galho da Sorte”, foi implantado nos anos de 1950. Com o crescimento da região e várias transformações em todo o Brasil, bem como o importante acontecimento nacional da construção de Brasília, o bairro acabou recebendo o nome como homenagem à nova capital brasileira.
PARANAGUAMIRIM: O bairro recebeu o nome devido ao Rio Paranaguamirim, que corta a região. A palavra paranaguá-mirim vem do Tupi e significa “a ilha da enseada do pequeno rio caudaloso”.
PARQUE GUARANI: Tem origem no nome do loteamento popular Parque Guarani, localizado no bairro, fortalecido pela linha de ônibus urbano que passa pela rua principal.
PETRÓPOLIS: Esta região pertenceu ao bairro Itaum por muito tempo. Começou ganhar força com a implantação do Conjunto Habitacional Popular Monsenhor Scarzelo, em 1987. Em 11 de dezembro de 1995, foi concebido como bairro, recebendo o nome da sua principal via de acesso ao centro: a Rua Petrópolis. Essa denominação é uma homenagem à cidade Fluminense, cujo significado é “Cidade de Pedro”.
PROFIPO: Em 1975 foi implantado no bairro Santa Catarina um grande loteamento popular, fruto do Projeto de Financiamento de Terrenos Populares – PROFIPO. Com o passar dos anos, a região desenvolveu-se e, em 2006, foi transformado em bairro. O nome provém da sigla do loteamento.
SAGUAÇU: A palavra “Saguaçu” vem de “Eça” – olho, e guaçu – grande. Do alto, a Lagoa do Saguaçu parece um grande olho, por isso recebeu o nome. O nome do bairro, porém, deve-se ao fato de nele existir um riozinho de mesmo nome e que desemboca no Rio Cachoeira, onde a população pescava e tomava banho. Em épocas de enchentes muitos peixes ficavam encalhados nos pastos da região.
SANTA CATARINA: A “Katharinenstrasse” foi uma das primeiras estradas a serem construídas em Joinville. Posteriormente, denominada de rua Santa Catarina, é uma das principais artérias viárias do município, e, por este motivo, o bairro que margeia a rua herdou o mesmo nome.
SANTO ANTÔNIO: Antigamente era chamado de Comunidade Dona Francisca, já que uma das ruas mais antigas, a Dona Francisca, cortava parte do bairro.
SÃO MARCOS: Anteriormente conhecido como “Salão Reiss”, o nome atual do bairro foi adotado somente depois da fundação da Paróquia São Marcos, na década de 1970.
ULYSSES GUIMARÃES: O bairro Ulysses Guimarães foi criado pela Câmara de Vereadores com o referendum da população local, em março de 2005. A comunidade decidiu pelo plebiscito que seu nome seria o mesmo do Conjunto Habitacional Ulysses Guimarães, personalidade de grande expressão na política brasileira.
VILA CUBATÃO: A região era habitada por portugueses e escravos negros na época da colonização de Joinville. O nome do bairro deve-se ao Rio Cubatão, que corta a região. A palavra Cubatão provém do guarani e significa terra dura, fértil.
VILA NOVA: O bairro, antes conhecido como Neudorf (vila nova em alemão), assumiu o nome em português devido à proibição de se falar a língua alemã durante a Campanha de Nacionalização, desencadeada no período da Segunda Guerra Mundial.
PIRABEIRABA (Centro): Chamava-se Pedreira, em homenagem ao Conselheiro Luiz Pedreira de Couto Ferraz, que veio inspecionar a construção da Estrada Dona Francisca. Depois recebeu o nome de Léonce Aubé, na época diretor da Colônia. A partir da 2ª Guerra Mundial, foi nomeada Pirabeiraba para não ser confundida com uma cidade da vila do Estado de SP. A denominação de Pirabeiraba originou-se do nome do rio que corta a região e quer dizer “peixe brilhante”.
DONA FRANCISCA (distrito de Pirabeiraba): Criado em 1979, e é homenagem à princesa Dona Francisca Carolina, filha de Dom Pedro I. É um bairro que, na época do Brasil Colônia, desempenhou importante papel na expansão dos limites do município e da economia do Estado de Santa Catarina, pois serviu de via para escoamento da produção da erva-mate do Planalto para o Litoral.
RIO BONITO: O bairro foi criado em 1979 e localiza-se à margem esquerda da BR-101, no sentido sul-norte. Tem a origem de seu nome devido ao rio que corta a região e, é de grande beleza paisagística.
Nome dos bairros de Joinville criados em 2026
Os bairros mais recentes criados oficialmente em Joinville são Marinas e Vale Verde, formalizados no início de 2026 na Zona Norte, abrangendo áreas entre o Jardim Paraíso, Vila Cubatão e Pirabeiraba. Além destes, o projeto do bairro planejado Cidade das Águas está em desenvolvimento, focando em um conceito urbano inovador entre o Atiradores e Anita Garibaldi.
Novos bairros (2026):
Marinas: Localizado na Zona Norte, situado entre Aventureiro, Vila Cubatão e o rio Cubatão.
Vale Verde: Situado ao norte do Jardim Sofia, entre o Jardim Paraíso e Pirabeiraba.
Contexto: Criados pela Lei Complementar nº 688/2024 e aprovados no final de 2025 para expandir o perímetro urbano.
População: Juntos, Marinas e Vale Verde possuem mais de 6.000 moradores
Bairro Planejado:
Cidade das Águas: Considerado o primeiro bairro planejado de Joinville, focado no conceito de “cidade de 15 minutos”, com previsão de desenvolvimento ao longo de 10 anos na região central/Anita Garibaldi.
Operação Urbana Consorciada Quadra Cultural
Região das ruas Otto Boehm e Aquidaban terá boulevard e calçadas elevadas em projeto que promete mais segurança para pedestres. A Operação Urbana Consorciada engloba os bairros América, Atiradores e Glória, e possui como principal objetivo transformar a região em um local atrativo e de qualidade. Por meio de criação de operação urbana consorciada, dispositivo no qual a receita com outorgas, como pagamento pelos empreendedores para construir mais do que o permitido, é utilizada dentro do perímetro em melhorias.
Criada por Lei, a Operação Urbana Consorciada Quadra Cultural abrange a área entre trecho da rua Lages e entorno da Otto Boehm, com perímetro até parte da Eusébio de Queiroz. O entorno da Aquidaban até a Henrique Meyer também faz parte do mapa da operação urbana consorciada. As receitas com as contrapartidas poderão ser usadas em investimentos no Cemitério do Imigrante, Casa da Memória, Museu de Arte de Joinville, Cidadela Cultural, mobilidade e infraestrutura urbana.
Conheça a origem do nome de ruas de Joinville
Conheça o nome de ruas de Joinville com dupla nacionalidade e seu significado:
Segundo a historiadora do Arquivo Histórico de Joinville, Janine Gomes da Silva, a importância da conservação dos nomes antigos nas placas de ruas está relacionada à preservação da história da cidade e sua colonização. Uma das principais questões que fizeram mudar os nomes os nome de ruas de Joinville escritos em alemão em Joinville foi a Campanha de Nacionalização, que aconteceu no final da década de 30.
Nome de ruas de Joinville
Rua 9 de Março – Antiga Hafenstrasse, Rua do Porto.
Rua Princesa Isabel – Antiga Cachoeirastrasse, Rua Cachoeira.
Rua 15 de Novembro – Antiga Mittelweg, Caminho do Meio.
Rua dos Ginásticos – Antiga Turnerstrasse, Rua dos Ginásticos.
Rua Luiz Niemeyer – Antiga kirchengasse, Rua da Igreja.
Rua Mario Lobo – Antiga Auguststrasse, Rua Augusto.
Rua Otto Boehm – Antiga Lilienstrasse, Rua dos Lírios.
Rua Jerônimo Coelho – Antiga Paristrasse, Rua de Paris.
Rua Engenheiro Niemeyer – Antiga Ludwigstrasse, Rua Ludovico.
Rua Jacó Richlin – Antiga Jacobstrasse, Rua Jacobo
Rua 3 de maio – Antiga Humboldtstrasse, Rua Humboldt
Rua 7 de Setembro – Antiga Boussingaultstrasse,Rua Boussingault.
Rua Padre Carlos – Antiga Schulstrasse, Rua da Escola.
Rua Dr. Marinho Lobo – Antiga Rua Arago.
Rua Ministro Calógeras – Antiga Peterstrasse, Rua São Pedro.
Rua Dr. Plácido Olímpio de Oliveira – Antiga Hamburgerstrasse, Rua de Hamburgo
Rua Alexandre Schlemm – Antiga Alexstrasse, Rua Alexandre.
Rua Afonso Pena – Antiga Waldenburgerstrasse, Rua Waldenburgo.
Rua Padre Kolb – Antiga Rua Dom Pedro II
Rua Cel. Francisco Gomes – Antiga Gartenstrasse, Rua do Jardim
Rua Dona Francisca – Antiga Franciscastrasse
Rua Dr. João Colin – Antiga Nordstrasse, Rua do Norte, depois Friedrichstrasse, Rua Frederico, mais tarde Rua Cruzeiro em seguida Rua Duque de Caxias.
Rua Henrique Meyer – Antiga Storrerstrasse, Rua Storrer
Rua Blumenau – Antiga Logenstrasse, Rua da Loja
Rua Comte. Frederico Stoll – Antiga Blumenstrasse, Rua das Flores.
Rua Visconde de Taunay – Antiga Deutsche Strasse, Rua Alemã.
Rua Felipe Schmidt – Antiga Ziegenstrasse, Rua das Cabras.
Rua Pedro Lobo – Antiga Schützenstrasse, Rua dos Atiradores.
Rua Jaguaruna – Antiga Bierstrasse, Rua da Cerveja.
Rua São Joaquim – Antiga Haltenhoffstrasse, Rua Haltenhoff.
Rua do Príncipe – Antiga Ziegeleistrasse, Rua da Olaria, depois Prinzenstrasse, Rua do Príncipe.
Avenida Getúlio Vargas – Antiga Katharinenstrasse, Rua Santa Catarina.
Rua São Paulo – Antiga Paulstrasse, Rua São Paulo.
Avenida Cel. Procópio Gomes – Antiga Marktstrasse, Rua do Mercado
Rua Urussanga – Antiga Ulrichsenstrasse, Rua Ulrichsen
Curiosidades sobre Joinville
14 curiosidades sobre Joinville, fatos que você provavelmente não sabia sobre Joinville
- Joinville é a Manchester Catarinense
Ok, essa não é necessariamente uma novidade. Mas você sabe o motivo do apelido? A gente conta: com o final da Segunda Guerra Mundial, o país não recebia mais os produtos industrializados importados da Europa e teve que se virar. E Joinville se virou muito bem: entre as décadas de 50 e 80, a cidade viveu um surto de crescimento tão grande que se tornou um dos principais pólos industriais do país. Assim como Manchester, a cidade inglesa que teve papel importante na Revolução Industrial e entrou para a história ao usar a máquina a vapor na indústria têxtil pela primeira vez em 1789.
- Joinville foi pioneira em muita coisa
A industrialização não foi o único pioneirismo da cidade. Foi lá que surgiu o primeiro jornal germânico de importância e prestígio no Brasil, o Kolonie Zeitungl. É de lá a primeira corporação de bombeiros voluntários a América do Sul (em 1892). Foi Joinville a primeira cidade do estado a ter o primeiro posto de gasolina totalmente acessível a pessoas com deficiência. Também foi por lá que aconteceu o primeiro transplante renal de SC. Além, é claro, de ser a primeira e única cidade do mundo a ganhar uma filial do Bolshoi.
- Joinville tem 6 cidades-irmãs
Além de ser irmã-gêmea de Manchester, Joinville tem outras cidades-irmãs espalhadas pelo mundo. O conceito de cidades-irmãs é simples: são cidades que compartilham características semelhantes (demográficas, por exemplo) ou pontos e referências históricas comuns. Por causa do tal “parentesco”, as cidades cooperam entre si, num esquema amigável. Joinville pode contar com Zhengzhou, na China, Chesapeake, nos EUA, Spišska Nová Ves, na Eslováquia, Langenhagen, na Alemanha; Joinville-le-Pont, na França, e Schaffhausen, na Suíça. - Joinville tem brasão com vários detalhes
“MEA AUTEM BRASILIAE MAGNITUDO“. A inscrição do brasão da cidade quer dizer “A minha grandeza se identifica com a grandeza do Brasil”. Profundo, né? O escudo também faz referência às Armas do Brasil Império, ao emblema do Príncipe de Joinville, à Suíça, à Noruega e à Prússia, os principais países de onde vieram os imigrantes que fundaram a colônia. A cana-de-açúcar e o arroz, principais lavouras da cidade, na época de sua fundação, também foram lembrados. O Brasão de Joinville, criado por Afonso de Taunay, foi adotado como símbolo municipal em 1929, destituído dessa condição pela constituição federal estado-novista de 1937, restituído pela 1ª Legislatura pós-Vargas e retificado pela 7ª Legislatura.
- Joinville foi presente para um príncipe
Em 1843, a princesa Francisca Carolina, filha de Dom Pedro I, casou-se com o francês François Ferdinand, o Princípe de Joinville. Naquela época os casamentos envolviam muita politicagem, acerto de contas e tradições, François recebeu como dote um pedaço de terra próximo à colônia de São Francisco. A região se chamava Colônia Dona Francisca, até que, em 1852, a Vila Joinville (uma das que compunham a colônia), emprestou o nome para batizar a cidade recém desmembrada da então Vila de São Francisco do Sul. É por este passado que muita gente chama Joinville de “a cidade dos príncipes”. Curiosidade: a casa cosntruída no local é onde funciona hoje o “Museu Nacional de Imigração e Colonização – Palácio dos Príncipes de Joinville”. - Joinville tem vários museus
Falando em museus, quem busca conhecimento tem um prato cheio na cidade. Além do Museu Nacional de Imigração e Colonização, tem o Museu Arqueológico de Sambaqui, o Museu de Arte, o Museu de Fundição, o Museu Nacional do Bombeiro, Museu Juarez Machado e a Casa Fritz Alt, por exemplo. - Joinville é a cidade das bicicletas
Pra que andar de carro se podemos andar de bicicleta? Os joinvilenses pensam assim desde sempre. A cidade ganhou o título em 1950, denunciada pelas estatísticas: havia um carro para cada 111 pessoas, enquanto o número de bicicletas era de 1 para cada 4 pessoas. Ainda hoje, o número de bicicletas surpreende: não existe uma contagem exata, mas há quem garanta que existem umas 250 mil (ou uma para cada duas pessoas). Mesmo se não chegar a esta proporção, achamos o título justo. - Joinville tem muitos parques públicos
Os amantes da natureza vão gostar de saber da quantidade de parques importantes por lá. O Parque Ecológico Prefeito Rolf Colin foi criado para garantir a preservação da Floresta Atlântica e da fauna da região das nascentes do rio Piraí; o Parque Municipal da Ilha do Morro do Amaral abriga sítios arqueológicos, manguezais e uma comunidade antiga de pescadores artesanais. Estes dois não têm estrutura para receber visitantes, mas tem ainda o Parque Municipal Morro do Finder, as Áreas de Proteção Ambiental Serra Dona Francisca e Quiriri e o Parque Zoobotânico, uma área de lazer para a comunidade local e uma forma de valorizar a Mata Atlântica e a sua fauna. É importante ainda citar o Parque Expoville e o Parque da Cidade (este, a ser inaugurado no bairro Guanabara). - Joinville tem uma praia
Só uma, mas tem. É a praia do Vigorelli, localizada na Vila Cubatão (Zona Norte). A praia é banhada pela Baía da Babitonga e possui diversos bares em sua orla. Também tem uma balsa que liga Joinville a São Francisco do Sul. Areia mesmo, tem pouca, quase nada, e a água é escura, o que faz muito turista pensar que ela é imprópria para banho. Mas não é! A praia é frenquentada pela população local e por praticantes da pesca esportiva. - Joinville é terra de artistas
Ah sim, a população local! A cidade pode nem ter mais príncipes, mas conta com uma boa lista de gente famosa. Joinville é terra natal das beldades Ana Claudia Michels e Francine Beckhauser, top models internacionais, e dos atores Germano Pereira (que estreou na TV na novela Passione) e Amanda Richter (ex-estrela de Malhação). Também é berço dos artistas plásticos Luiz Henrique Schwanke e Juarez Machado, do escultor Mário Avancini e, além disto, é terra de Nuno Roland, um dos grandes cantores da época de ouro do rádio brasileiro. - Joinville tem uma música composta em sua homenagem
Olha só que honra! O músico carioca Mú Carvalho é filho de joinvilense e resolveu homenagear a cidade do pai emprestando o nome Joinville a uma de suas composições. A música é instrumental e foi gravada em seus CDs solo Óleo sobre Tela e Ao Vivo. Vale a pena ouvir, é belíssima.
- Joinville entrou para a história da dança duas vezes
Não é à toa que Joinville também é conhecida como Cidade da Dança. É lá que acontece o Festival de Dança de Joinville, o maior festival de dança do mundo. Sim. O maior. A festa é considerada pelo Livro Guinness dos Recordes o maior evento do gênero do mundo em número de participantes – cerca de 6.500 bailarinos sobem aos palcos durante o evento. E qual é o segundo motivo para ter entrado para a história da dança? Ora, Joinville foi a primeira e única cidade do mundo a ter uma filial da Escola do Teatro Bolshoi fora de Moscou. Bolshoi, como muitos sabem, é uma das melhores companhias de balé e ópera do mundo. - Joinville é referência internacional em arqueologia
A região é famosa pelos sambaquis, sítios arqueológicos em formas de montes de mais ou menos 25m de altura que contém conchas, esqueletos, pedras, ossos, cerâmicas e outros tipos de objetos muito antigos de povos que viveram no Brasil há mais de 4.500 anos. Guilherme Tiburtius reuniu um grande acervo de peças (mais de 12 mil) retiradas em pesquisas arqueológicas na região de Joinville e assim surgiu, em 1963, o Museu Arqueológico de Sambaqui, uma referência internacional no assunto. Hoje ele conta com mais de 20 mil peças. - Joinville não abre mão das bebidas artesanais
E para finalizar a lista comemorativa, nada melhor que um brinde – mas tem que ser um brinde feito com bebida típica da região, é claro. Assim como várias outras cidades do sul do país, Joinville preza a fabricação de bebidas artesanais e o turista que não experimentar o chope ou a cachaça de lá não sabe o que está perdendo! O destaque vai para três grandes nomes: Opa Bier, Mille Bier, Bitter Mayerle Boonekamp e Grabenwasser, famosos pela cerveja, e a própria Joinville, marca de bebidas artesanais que incluem a clássica Cachaça Príncipe Joinville e outras misturas (com coco, amendoim e maracujá, por exemplo).
FONTE: Revista Superinteressante 02/09/2011
Foto destaque:
Quiriri
www.renatomachadophoto.com/blog
Renato Machado Photo
Novas possibilidades para a internet em Joinville
Estreamos com um endereço inédito e facilitador para acesso às futuras informações e ferramentas, que a população, comunidade empresarial e turistas, poderão acessar e ter o melhor de Joinville em suas mãos!
Em breve estrearemos o site, e desde já colocamos para análise, àqueles que quiserem ter seu site no endereço do jlle.net, onde poderemos registrar endereços como: sofas.jlle.net + advogado.jlle.net ou suaempresa.jlle.net
Utilize o formulário abaixo para realizar seu pedido ou retirar dúvidas. Vamos juntos realizar a melhor presença digital para Joinville.
Entre em contato Responderemos o mais breve possível


