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A feirinha vai reunir no mesmo espaço muitas marcas com produtos artesanais, criativos nos segmentos de decoração, acessórios, produtos coloniais, gastronomia com opções de Crepes, Caldo de Cana, muitas opções deliciosas e aquela Cerveja artesanal geladinha, com muita música ao vivo a partir das 15h.
🗓️20 de Setembro (DOMINGO)
🕙Das 10h às 18h
🌳Museu de Arte de Joinville A programação é gratuita
📍Rua: XV de Novembro, 1400 – América
CASARÃO GUARDA PARTE DA HISTÓRIA DA CIDADE
Antes mesmo de se tornar um museu, o edifício que abriga o MAJ já ocupava um lugar importante na memória de Joinville. O casarão foi construído por volta de 1864 para servir de residência a Ottokar Doerffel e sua esposa, Ida Günther.
Imigrante alemão, Doerffel teve atuação marcante na cidade: foi prefeito e participou da fundação do primeiro jornal de Joinville. O imóvel preserva características da arquitetura colonial alemã e foi reconhecido como patrimônio histórico em 2001.
O Museu de Arte de Joinville foi criado oficialmente em 15 de maio de 1973, mas só abriu as portas ao público em 3 de setembro de 1976. Desde então, passou a reunir obras de artistas locais, catarinenses e brasileiros de diferentes gerações.
Entre os nomes presentes no acervo estão Lygia Clark, Aldemir Martins e Renina Katz.
MAJ RECEBEU EXPOSIÇÕES HISTÓRICAS EM JOINVILLE
Ao longo de cinco décadas, o Museu de Arte de Joinville também se destacou por trazer à cidade exposições de grande relevância para o cenário artístico brasileiro e internacional.
Em 1990, o MAJ recebeu, por empréstimo do Museu de Arte de São Paulo Assis Chateaubriand (MASP), os oito painéis da Série Bíblica, de Cândido Portinari.
A chegada das obras exigiu um esquema especial de segurança. O acervo ficou sob vigilância policial durante 24 horas, enquanto o porão do casarão foi adaptado para funcionar como uma estrutura reforçada de proteção.
Medidas semelhantes foram adotadas em outras mostras de destaque, como a exposição de esculturas de Edgar Degas, em 1992, e a de Camille Claudel, em 2007.
PRIMEIRA OBRA DO ACERVO FOI ADQUIRIDA ANTES DA CRIAÇÃO DO MUSEU
Uma das peças que ajudam a reconstruir a origem do MAJ é a pintura “O Albergue”, do artista paranaense Luiz Carlos de Andrade Lima.
Executada em óleo sobre madeira, a obra foi comprada pela Prefeitura de Joinville em 12 de agosto de 1969, pelo valor de Cr$ 150, quatro anos antes da criação oficial do museu. Ela foi a primeira peça registrada no livro-tombo da instituição.
Andrade Lima desenvolveu atividades em diferentes áreas, atuando como pintor, professor e poeta. Sua produção artística se voltou para situações e personagens do cotidiano.
OBRA DE LYGIA CLARK TAMBÉM FAZ PARTE DA COLEÇÃO
Pouco depois da abertura do MAJ, em 1976, o museu incorporou outra obra de grande importância para sua coleção. A escultura “Envolvente e envolvido”, de Lygia Clark, foi doada pelo crítico de arte Salvio de Oliveira durante uma audiência com o então prefeito Pedro Ivo Campos.
Produzida com alumínio, cobre e latão, a peça integra o trabalho de uma das artistas brasileiras mais importantes do século 20, reconhecida por desenvolver obras que aproximavam a arte da participação do público e da experiência sensorial.
Da compra de “O Albergue”, antes mesmo da criação do museu, à chegada de obras de nomes consagrados nacional e internacionalmente, o acervo do MAJ passou a reunir diferentes períodos, linguagens e trajetórias.
Agora, ao completar 50 anos, o Museu de Arte de Joinville prepara uma exposição que pretende olhar para essa história sem perder de vista o presente e os artistas que continuam a produzir e movimentar a arte na cidade.
Feira Jardim Criativo MAJ
Está chegando mais uma Edição da Feira Jardim Criativo MAJ no nosso Jardim Encantador do Museu de Arte de Joinville.
A realização é do grupo A Fábrica Criativa com apoio da NSC Oficial, Atlântida Joinville.
@afabricacriativa.joinville
nsctvoficial
@atlantidajoin
@majoinville
A feirinha vai reunir no mesmo espaço muitas marcas com produtos artesanais, criativos nos segmentos de decoração, acessórios, produtos coloniais, gastronomia com opções de Crepes, Caldo de Cana, muitas opções deliciosas e aquela Cerveja artesanal geladinha, com muita música ao vivo a partir das 15h.
🗓️20 de Setembro (DOMINGO)
🕙Das 10h às 18h
🌳Museu de Arte de Joinville
A programação é gratuita
📍Rua: XV de Novembro, 1400 – América
CASARÃO GUARDA PARTE DA HISTÓRIA DA CIDADE
Antes mesmo de se tornar um museu, o edifício que abriga o MAJ já ocupava um lugar importante na memória de Joinville. O casarão foi construído por volta de 1864 para servir de residência a Ottokar Doerffel e sua esposa, Ida Günther.
Imigrante alemão, Doerffel teve atuação marcante na cidade: foi prefeito e participou da fundação do primeiro jornal de Joinville. O imóvel preserva características da arquitetura colonial alemã e foi reconhecido como patrimônio histórico em 2001.
O Museu de Arte de Joinville foi criado oficialmente em 15 de maio de 1973, mas só abriu as portas ao público em 3 de setembro de 1976. Desde então, passou a reunir obras de artistas locais, catarinenses e brasileiros de diferentes gerações.
Entre os nomes presentes no acervo estão Lygia Clark, Aldemir Martins e Renina Katz.
MAJ RECEBEU EXPOSIÇÕES HISTÓRICAS EM JOINVILLE
Ao longo de cinco décadas, o Museu de Arte de Joinville também se destacou por trazer à cidade exposições de grande relevância para o cenário artístico brasileiro e internacional.
Em 1990, o MAJ recebeu, por empréstimo do Museu de Arte de São Paulo Assis Chateaubriand (MASP), os oito painéis da Série Bíblica, de Cândido Portinari.
A chegada das obras exigiu um esquema especial de segurança. O acervo ficou sob vigilância policial durante 24 horas, enquanto o porão do casarão foi adaptado para funcionar como uma estrutura reforçada de proteção.
Medidas semelhantes foram adotadas em outras mostras de destaque, como a exposição de esculturas de Edgar Degas, em 1992, e a de Camille Claudel, em 2007.
PRIMEIRA OBRA DO ACERVO FOI ADQUIRIDA ANTES DA CRIAÇÃO DO MUSEU
Uma das peças que ajudam a reconstruir a origem do MAJ é a pintura “O Albergue”, do artista paranaense Luiz Carlos de Andrade Lima.
Executada em óleo sobre madeira, a obra foi comprada pela Prefeitura de Joinville em 12 de agosto de 1969, pelo valor de Cr$ 150, quatro anos antes da criação oficial do museu. Ela foi a primeira peça registrada no livro-tombo da instituição.
Andrade Lima desenvolveu atividades em diferentes áreas, atuando como pintor, professor e poeta. Sua produção artística se voltou para situações e personagens do cotidiano.
OBRA DE LYGIA CLARK TAMBÉM FAZ PARTE DA COLEÇÃO
Pouco depois da abertura do MAJ, em 1976, o museu incorporou outra obra de grande importância para sua coleção. A escultura “Envolvente e envolvido”, de Lygia Clark, foi doada pelo crítico de arte Salvio de Oliveira durante uma audiência com o então prefeito Pedro Ivo Campos.
Produzida com alumínio, cobre e latão, a peça integra o trabalho de uma das artistas brasileiras mais importantes do século 20, reconhecida por desenvolver obras que aproximavam a arte da participação do público e da experiência sensorial.
Da compra de “O Albergue”, antes mesmo da criação do museu, à chegada de obras de nomes consagrados nacional e internacionalmente, o acervo do MAJ passou a reunir diferentes períodos, linguagens e trajetórias.
Agora, ao completar 50 anos, o Museu de Arte de Joinville prepara uma exposição que pretende olhar para essa história sem perder de vista o presente e os artistas que continuam a produzir e movimentar a arte na cidade.